ESTUDE AS ORAÇÕES PARA O ENEM

Todo enunciado que apresenta verbo é uma oração. Estudar este assunto é importante para quem fará o ENEM. Embora não seja alvo de testes nesta prova, compreender os enunciados é de suma importância na elaboração da redação no ENEM.

Toby

Dito isso, sabemos que o verbo é o núcleo de qualquer estrutura oracional. Por conseguinte, a análise sintática de uma oração exige que partamos do verbo. Ora os verbos apresentam complementos verbais, ora não apresentam complementos verbais. São complementos verbais: objeto direto e objeto indireto. O estudo dos complementos verbais é chamado de predicação verbal.

Os auditores analisaram os balancetes.

O exemplo acima é uma oração, pois foi empregado o verbo analisar. É a expressão de uma ação. Está flexionado no pretérito perfeito simples do modo indicativo. Contextualiza-se, portanto, a prática de uma ação, o tempo em que essa ação ocorreu, o agente da ação e o referente passivo à ação executada pelo sujeito agente.

O fiscal está apurando as denúncias.

Temos também uma oração. Trata-se do verbo apurar na forma composta. “está” é o seu auxiliar. E “apurando” é o verbo principal no gerúndio. Trata-se de uma locução verbal.

Os relatórios que foram analisados comprometem a candidatura de Luíza.

Cada verbo é uma oração. Temos acima duas orações. Os termos grifados constituem a primeira oração, com um verbo na forma simples. O termo em negrito constitui a segunda oração. Nesta, o verbo analisar está na forma composta, ou seja, verbo auxiliar + verbo principal no particípio. A oração em negrito integra o sujeito do verbo “comprometem”.

No próximo post veremos o que é predicação verbal e como elas podem aparecer na redação do ENEM.

COMO FAZER UMA BOA REDAÇÃO NO ENEM

Uma dúvida que muitos alunos têm é de como fazer uma boa redação no ENEM. Abaixo vocês verão 10 dicas de como fazer uma redação nota 10 no Exame Nacional do Ensino Médio.


  • O aluno deve preencher corretamente todos os itens do cabeçalho com letra legível.
  • Centralizar o título na primeira linha, sem aspas e sem grifo. O título pode apresentar interrogação desde que o texto responda à pergunta.
  • Pular uma linha entre o titulo e o texto, para então iniciar a redação.
  • Fazer parágrafos distando mais ou  menos três centímetros da margem e mantê-los alinhados.
  • Não ultrapassar as margens (direita e esquerda) e também não deixar de atingi-las.
  • Evitar rasuras e borrões. Caso o aluno erre, ele deverá anular o erro com um traço apenas.
  • Apresentar letra legível, tanto de fôrma quanto cursiva.
  • Distinguir bem as maiúsculas das minúsculas.
  • Evitar exceder o número de linhas pautadas ou pedidas como limites máximos e mínimos. Ficar aproximadamente entre cinco linhas aquém ou além dos limites.
  • Escrever apenas com caneta preta ou azul. O rascunho ou o esboço das idéias podem ser feitos a lápis e rasurados. O texto não será corrigido em caso de utilização de lápis ou  caneta vermelha, verde etc. na redação definitiva.

COMO FAZER RESUMOS PRA ESTUDAR PRO ENEM

Quando o professor, diante da classe, em alta voz pede um resumo do livro que estudarão, mais de 90% da turma arrepia. Isso acontece porque a maioria das pessoas não sabe como fazer bons resumos. Comentei sobre isso no post Como fazer resumos de livros, textos, artigos no blog de Resumos de livros para vestibular. Pra quem ainda não aprendeu, é bom que preste atenção nessas dicas de como fazer um bom resumo, pois é uma forma ótima de estudar pro ENEM.
O resumo, em geral, guarda mais ou menos a quarta parte do texto original. Ele deve conter os pontos essenciais do texto, preservando-se as intenções do autor, mantendo sua ênfase e dando atenção maior àquilo de que o autor trata mais longamente. Para poder bem resumir é necessário o exercício de capacidades de atenção, síntese e, sobretudo, muita objetividade. O resumo deve ser, antes de mais nada, fiel, ao texto de que trata. Vejam, por exemplo, um resumo que encontrei entre meus arquivos antigos.

Resumo da obra A Fugitiva, de Marcel Proust:
Neste sexto volume de Em Busca do Tempo Perdido, Proust nos apresenta o narrador abandonado por Albertina, a quem mantinha quase como prisioneira, dado seu ciúme doentio. Esse desfecho, em vez de trazer-lhe a almejada libertação, vem apenas agravar-lhe as dúvidas e tormentos, e ele procura, para fugir à realidade que o abate, embalar-se na ilusão de que ela voltaria, talvez no mesmo dia. Mas Albertina morre, vítima de um acidente. E o narrador, ao descobrir que ela era realmente culpada de todas as faltas suspeitadas, sofre e se consome no inferno de um ciúme póstumo, arrasador e sem limites. Mas todos esses padecimentos, os sobressaltos do amor ferido, a agonia do abandono e da solidão, pouco a pouco vão cedendo lugar ao esquecimento. Em seu coração instala-se a indiferença, que é o princípio da morte. Nesta altura, ele já não é o mesmo; não é mais aquele que amara Albertina. E a verdade que brota do fundo deste volume denso de inquietação e humanidade é que só cessamos de sofrer porque mudamos continuamente, porque, à medida que a vida flui, nos tornamos estranhos a nós mesmos, até, desfigurando-se nossa identidade, nos perdermos irremediavelmente no tempo.

COMO FAZER ANOTAÇÕES DE LEITURAS PRO ENEM

A leitura e as anotações são etapas importantes para a realização do trabalho científico e, é claro, nos estudos de quem vai prestar um vestibular ou fazer a prova do ENEM. Saber tomar notas de leitura é importantíssimo e nesta tarefa entram em consideração saber o que anotar, como e onde anotar


Não se toma nota de tudo o que se lê, mas apenas daquilo que nos interessa em razão da nossa pesquisa ou estudo.
Quando se resume um texto, toma-se nota de seus tópicos, mas, quando se deseja anotar a opinião do autor, convém que se transcreva o texto literalmente.
As anotações feitas em fichas têm a vantagem de poderem ser acrescentadas e/ou substituídas à medida que o trabalho vai se desenvolvendo. As fichas podem ser organizadas por autor (quando seu conteúdo não é muito diversificado) ou por assunto.

CONCISÃO NA REDAÇÃO DO ENEM

O emprego da linguagem adequada, da palavra exata e necessária, a busca da economia verbal são qualidades do estilo conciso. Do texto jornalístico, da linguagem comercial, técnica, administrativa ou oficial espera-se sempre o máximo de concisão.

Nos textos literários, porém, nem sempre a concisão é qualidade presente. Dependendo do contexto, a concisão pode, se levada ao exagero, se transformar em um defeito, o laconismo.

A ausência total de concisão, o exagero, o derramamento e a repetição de muitas idéias ou vocábulos conduzem ao defeito da prolixidade, ao estilo prolixo.

CLAREZA NA REDAÇÃO DO ENEM

A clareza é qualidade essencial da boa expressão. Como lembramos anteriormente, a clareza da expressão decorre de uma clara formulação mental (quem pensa claramente se expressa com clareza). A clareza se revela na estrutura frasal, na seleção do vocabulário adequado, na harmonia da composição.

Podemos identificar uma clareza interna (que é a da formulação do pensamento) e uma clareza externa (que é aquela que resulta do bom uso da língua).

Alguns erros cometidos freqüentemente contra a clareza:

1. Ambigüidade do sujeito.

Em frases onde o sujeito está colocado após o verbo transitivo direto podem ocorrer confusões que cumpre evitar.

Ex.: Ouviram as crianças os pais com atenção. (Trata-se de as crianças ouviram os pais ou os pais ouviram as crianças?)

2. O possessivo de terceira pessoa.

Ex.: Entregaram eles seus livros aos colegas.

(Os livros pertencem a eles ou aos colegas?)

3. O pronome relativo que (em casos de locuções de dois substantivos

o pronome pode se referir a um ou outro elemento da locução).

Ex.: Este é um aspecto da linguagem que empregamos.

(Empregamos o aspecto ou a linguagem?)

4. A partícula se.

Ex.: Feriu-se o estudante com gravidade.

(O estudante feriu a si próprio ou foi ferido?)

ESTILO NA REDAÇÃO DO ENEM

No sentido lato, estilo é a maneira pessoal de se realizar determinada coisa. Há estilos de composição musical, de pintura, de épocas, de cultura, estilos literários, etc. No sentido estrito, consideramos estilo como a maneira de escrever.

O estilo pode se caracterizar pelo emprego de expressões e fórmulas próprias de uma classe, profissão ou grupo. Temos assim um:

estilo publicitário

estilo didático

estilo forense

estilo militar, etc.

Um indivíduo pode adotar diferentes estilos em situações diferentes, mas em geral o estilo é a marca pessoal, aquilo que distingue um autor de outro.

Qualquer que seja o estilo adotado, no entanto, existem algumas qualidades básicas para um bom estilo. Falarei delas no próximo post.

COMO USAR METÁFORA NO ENEM

Em relação ao uso da metáfora na língua usual ou na prosa não literária, Mattoso Câmara Jr. aponta cinco aspectos a serem observados:

1. A metáfora tem de decorrer das necessidades da ênfase e da clareza.

2. Não deve ser forçada e artificial (muito original e fora do comum).

3. Não deve se desenvolver demais.

4. Não se devem acumular duas ou mais metáforas contraditórias na seqüência de um pensamento.

5. Deve ser integral e não coincidir apenas em parte com a situação real.

REDAÇÃO DO ENEM – VOCABULÁRIO

Escreve Mattoso Câmara Jr.: "A eficiência de uma comunicação lingüística depende, em última análise, da escolha adequada das palavras". (À p. 65 do Manual de Expressão Oral e Escrita.)
 
A questão do significado das palavras é importantíssima. Diante da página do dicionário, deparamo-nos com enormes listas de sinônimos em que todos correspondem a uma só palavra, mas que trazem, cada um, uma comunicação diversa. Assim, a escolha da palavra certa só pode se fazer em função do contexto em que ela se encontra. 


Com relação ao contexto, podemos identificar um contexto verbal (o da página impressa ou manuscrita), um contexto da situação e um da experiência. Assim, por exemplo, a palavra lote, no Dicionário de Aurélio Buarque de Holanda, tem nove significados ou acepções.

1. Quinhão que cabe a alguém numa partilha.
2. Objeto ou grupo de objetos leiloados de uma vez.
3. Determinada quantidade de objetos, geralmente da mesma natureza.
4. Qualidade, espécie, laia, jaez, etc. 

Na frase: "Rira-me eu sempre desse lote" (Antônio Feliciano de Castilho), somente o contexto verbal pode determinar o sentido em que a palavra está empregada. Fora do contexto, diz Othon Garcia, as palavras nada significam. 

A utilização de sinônimos, por sua vez, concorre para que se evitem as repetições, as redundâncias.
Para isto, o autor pode também recorrer à elipse (supressão) de palavras, ao uso do pronome e a uma nova construção de frase para expressar a mesma idéia.
Exemplos de: 

1. Elipse:
Os dois tinham ido embora sozinhos. E ele ficara. Com o seu sábado. E sua gripe. (Clarice Lispector.)
Omitiu-se o verbo ficara, duas vezes. 

2. Uso do pronome:
Eu ontem parei a minha crônica no meio da história da borboleta que vinha pela Rua Araújo Porto Alegre; parei no instante em que ela... (Rubem Braga)
Borboleta é aqui substituído pelo pronome ela.
 
3. Substituição de forma por outra expressão:
O rumor das vozes e dos veículos acordou um mendigo que dormia nos degraus da igreja. O pobre-diabo...
Pobre-diabo está no lugar de mendigo.
 
Além da questão dos sinônimos, com relação ao sentido das palavras devemos atentar para: 

1. Seu sentido denotativo (ou referencial), que é a sua significação mais próxima, mais imediata.
2. Seu sentido conotativo (ou afetivo), que é o sentido sugerido por associações e que está vinculado a emoções, sentimentos, conceitos, portanto de uma realidade menos próxima. 

A conotação é a essência da linguagem metafórica e da poética. A poesia é basicamente conotativa, sugestiva, processo em que as palavras usadas remetem a outras sugeridas ou evocadas. O campo da metáfora é o campo da poesia. 

Mesmo na linguagem corrente usamos com freqüência a conotação. Na frase de Machado de Assis "Quando desceu da lua, ouviu os ganidos do cachorro", a expressão desceu da lua quer dizer saiu do sonho, da fantasia, voltou à realidade e tem a função de enriquecer sua expressividade dando-lhe mais força. É assim um uso estilístico da conotação. 

Todavia, o emprego de muitos termos alusivos e conotativos pode obscurecer o sentido e prejudicar a clareza da expressão.

ESCREVER CORRETO NO ENEM

É a grafia ou a escrita correta das palavras. No Brasil, usamos as normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico Luso-Brasileiro de 1943 (que estabeleceu a acentuação em 17 artigos, com 53 regras e 53 observações). A Lei 5.765, de 18 de dezembro de 1971, fez algumas alterações nesse acordo, no que se refere à acentuação gráfica, suprimindo o uso de alguns acentos, como o trema em certas palavras e o chamado acento diferencial. Os bons dicionários e enciclopédias em geral transcrevem esse Acordo, bem como a Lei 5.765.

Com relação à ortografia, dois tipos de erros graves podem ser cometidos:

a) erros que revelam o desconhecimento do valor das letras;

b) erros na grafia de palavras já fixadas muito antes de 1931.

Os erros do primeiro tipo indicam pessoas mal alfabetizadas; os do segundo, revelam pouca leitura e mau domínio da língua escrita.

Sempre que se tiver dúvida quanto à grafia deve-se consultar um bom dicionário ou um guia ortográfico.

A ORTOGRAFIA NA REDAÇÃO DO ENEM

Quando vamos redigir, além dos aspectos da formulação de pensamentos, da escolha das palavras, da estrutura da frase e sua correção gramatical, temos de nos preocupar com um aspecto também importante, que é o da representação gráfica daquilo que vamos expressar.

Daí termos de atentar para a ortografia (que determina o uso das maiúsculas e minúsculas, pontuação, acentuação gráfica, uso de abreviaturas e siglas, divisão silábica, nomes próprios, etc.)

Esses aspectos, que na língua falada não nos preocupam, tornam-se muito importantes para a expressão escrita, porque colaboram para a clareza da expressão.

Muitas dicas para escrever melhor redações no vestibular

Todo jovem que chega às portas do vestibular pode se encontrar em duas situações distintas. A primeira delas é a apreensão de ser reprovado mais uma vez por não ter se dedicado como deveria. A segunda é a apreensão pelo que ainda não conhece.



É por esse motivo que cada vez mais os pais colocam seus filhos em cursos preparatórios para vestibular. Além disso, muitos matriculam seus filhos em cursos de redação para vestibular.

Neste aspecto, os blogs que oferecem dicas de como escrever melhor acabam se destacando. Primeiro porque oferecem dicas de redação que são fundamenntais para o sucesso do vestibulando. Há alguns também que oferecem centenas de exercícios de Língua Portuguesa com gabarito para ajudar na preparação de concursos e vestibulares.


Este material é usado não só pelos alunos, mas também pelos professores que buscam atividades prontas de Língua Portuguesa para aplicar em seus alunos. Os exercícios de interpretação de textos com gabarito e os exercícios de gramática com gabarito são também muito procurados e inúmeras pessoas chegam até meus blogs por meio dos buscadores.

Um exemplo disso é a grande quantidade de visitas que recebi quando passou o dia internacional das mulheres. Pesquisas buscando "mulheres de verdade", "mulheres e a sustentabilidade" e outros assuntos, levaram muitos visitantes, inclusive para parceiros do blog.


Espero, assim, que este blog sirva para ajudar você a ser aprovado no concurso, vestibular e até mesmo no ENEM 2011.


Bom proveito e não deixe de visitar os blogs relacionados na sidebar do blog.

Três ótimas dicas para escrever melhor Redações

Três aspectos que devem ser rigorosamente observados quando se escreve redações para vestibular, ENEM ou concursos são:

Regência Verbal E Nominal

Aí não existem regras. O que existe são usos consagrados por urna tradição. Cada caso precisa ser verificado e assimilado através do contato atento com bons textos. Seria bom que, ao escrever, o aluno tivesse à sua disposição um dicionário específico de regência.
Fundamental é insistir na crase como sendo não um problema de acentuação, mas um problema no rnais das vezes relacionado com a regência.


Pontuação

Fator importante para a clareza e expressividade do texto, a pontuação só pode ser bem empregada quando se conhecem os aspectos fundamentais da análise sintática. Aliás, as gramáticas elaboram regras de pontuação" sempre relacionando-as a conceitos sintáticos.

Morfologia

Em geral, os alunos não costumam apresentar erros morfológicos em seus textos. O terreno mais escorregadio é o da flexão de certos verbos. Mas aí também deve-se contar com os resultados de um contato continuado com bons textos.

Como fazer colocação pronominal na Redação

O que pensar quanto à colocação pronominal?



O português culto do Brasil tem-se distanciado das normas da gramática ortodoxa portuguesa. O exame de variadas ocorrências em textos mostrará a liberdade que se tem, em muitos casos, nesse terreno.

Como criar estratégias para escrever mais e melhor

Mas não basta ter ideias. Não existe o texto enquanto essas ideias não se encarnam em palavras. A mensagem tem que ser cifrada no código da língua. Assim, conhecer o código é fundamental.



Não somos donos da língua; somos apenas usuários. Não somos fundadores de um idioma; somos apenas seus herdeiros. A língua chega a nós como portadora de uma tradição, longa corrente da qual somos apenas um elo. Nosso texto é uma forma de diálogo com tudo o que já se escreveu antes de nós.
Entende-se, pois, que a melhor maneira de se adquirir o domínio do código é a leitura, o contato assíduo com aqueles que atingiram um apreciável nível no manejo do idioma.
Ao mesmo tempo que a leitura nos ensina a escrever, o nosso empenho na elaboração de bons textos irá fazendo crescer em nós a sensibilidade para uma compreensão mais profunda de textos alheios.

De onde vem a vontade de escrever no vestibular

A vontade de escrever está ligada sempre à vontade de querer participar de uma discussão, ao desejo de intervir num debate, à consciência de que se tem algo importante a dizer.
Por mais idealista que seja e por mais que deseje desenvolver um eficiente trabalho de Redação com seus alunos, o professor esbarra em dois grandes problemas: despertar a motivação dos alunos e achar tempo para corrigir as redações.


Como escrever uma redação de vestibular - FUVEST

A redação do vestibular não pretende selecionar artistas da palavra, gente vocacionada à arte literária.


O que se exige é:

a)  domínio dos mecanismos básicos da linguagem;
b) postura crítica diante da realidade;
c)  organização de ideias, refletida num texto coerente e coeso;
d) capacidade argumentativa.

Esse conjunto de exigências pode ser preenchido ern variados graus: há redações aprovadas com a nota mínima e há redações nota dez.
Um curso de Redação deveria apontar aos alunos os meios eficazes para se chegar à produção de bons textos. O problema é que, até hoje, os especialistas não conseguiram chegar a um consenso sobre a didática da Redação. Vários caminhos vêm sendo tentados e bons resultados já se obtiveram, mas não existe ainda "a" didática da Redação.